sexta-feira, dezembro 21, 2007
A nova mestranda
O Arthur passando no IPPUR junto comigo.
A Joisa passando para o doutorado no IPPUR.
A Camila passando no PROURB.
O Taiti, a Sara e a Giselle se formando.
O Renato e a Denise indo fazer pós-doctor em SP.
bem... Feliz Natal e Próspero ano novo pra vocês.
já estou preparando minha mudança
Escrito a quatro maos
sábado, dezembro 08, 2007
Sábado parecido com domingo
Ontem fui à confraternização da “turma do bairro”. Mais um ano que nos reunimos no Caicó da Zé Bastos e aprontamos aquela confusão. Troca troca de presentes, muita gargalhada, mímicas, piadas... Foi realmente uma noite muito divertida em que os amigos conseguiram burlar os atropelos da vida para se reencontrar. A Ana Amélia como sempre consegue arranjar as brincadeiras mais cômicas e fazer todo mundo passar vergonha. Vou fazer um grande esforço para próximo ano estar aqui em Fortaleza nessa época e não perder nossa reunião anual de natal.
Hoje é o aniversário de alguém muito especial. Estou preparando um presente bem original. Vou entregá-lo meio atrasado, mas acho que não terá importância.
E acordando hoje bem cedinho, resolvi ir á praia com a Joisa. Para os que me conhecem, sabem que praia pra mim, só depois do meio dia. Mas, como ultimamente estou da pá virada, cheguei hoje na Vira Verão 8:30 e me deparei com a praia “vazia”. Sim, 8:30 da manhã do sábado não tem quase ninguém na praia. Aquela mesa que espero mais de meia hora para encontrar em domingos habituais estava lá, para escolher em que canto sentar. Infelizmente cheguei a conclusão que o mau atendimento da barraca não é porque ela está sempre lotada, é porque os garçons são lerdos mesmo. Quando chegamos na barraca tinha mais garçom que cliente e mesmo assim precisamos nos estressar com o gerente para sermos atendidas. Pedimos água de coco para SETE garçons que passaram pela nossa mesa e NENHUM pôde atender “porque não era a área de atendimento deles”. Quando o nosso garçom resolveu aparecer parecia que tinha esquecido de acordar. Mas a raiva passou quando os caranguejos chegaram. Muito grandes e gordos. E a água do mar tava cristalina. Nunca tinha visto a água do mar da praia do Futuro tão limpa. É... evitei ostra por hoje. Realmente, nos últimos dias, não seria uma boa idéia comer minha costumeira dúzia de ostras na praia. Tô contando as horas pra chegar na cidade maravilhosa. Tomara que tudo dê certo.
quarta-feira, novembro 28, 2007
Desejos
Quero seguridade social, carga horária definida, quero condições de trabalho, vale transporte, vale refeição, férias e décimo terceiro. E, principalmente, quero ter meu dinheirinho caindo na minha conta TODO mês. Não quero salário astronômico. Quero apenas um salário que me permita comer fora de vez em quando e comprar presentes de natal para meus pais. Tô querendo demais? Querer isso é crime?
segunda-feira, novembro 26, 2007
Ansiedade
Espera por resultado. Contagem regressiva. Espera pelo final de ano. Espera pelo início das aulas. Espera por um carinho. Ai... enquanto isso, eu leio um livro.
domingo, novembro 18, 2007
ValeimeuDeusu!
Pois é... cheguei semana passada do Rio. Muito bom. Muito bom mesmo. Adorei as provas, passei no PROURB e espero ser chamada para a entrevista do IPPUR.
Mas mal cheguei e lá vamos nós. Tudo atrasado no trabalho. Tempo curtíssimo.
Bem... e aí... a bruxa se solta, meu laptop dá pau com toda a minha pesquisa e projetos de clientes dentro, a máquina de lavar quebra e o conserto vai quase a metade do valor a própria máquina e, pra completar, o ferro de passar roupas queima (literalmente pega fogo).
Fazer o quê, né? O negócio é colocar um biquíni e ir tomar uma cerveja bem gelada na praia.
sábado, novembro 17, 2007
Ao longe, ao luar
No rio uma vela
Serena a passar,
Que é que me revela?
Não sei, mas meu ser
Tornou-se-me estranho,
E eu sonho sem ver
Os sonhos que tenho.
Que angústia me enlaça?
Que amor não se explica?
É a vela que passa
Na noite que fica.
Fernando Pessoa, 5-08-1921
quinta-feira, novembro 01, 2007
Cidade Maravilhosa
Pois bem… estou aqui no Rio. Cidade maravilhosa.
Após o resultado de que passei no mestrado da USP, veio uma certa tranqüilidade quanto a prova do IPPUR. Não estarei com aquela pressão do ano passado de ser agora ou nunca. Na pior das hipóteses estarei
Agora estou aqui, estudando e rezando para morar nessa cidade linda. O curso é mais pesado do que a USP, mas não estou procurando moleza. Então... vamos batalhar!
Conheci pessoas interessantes e enfrentei uma decepção que eu já sabia que iria ter. Mas, por já esperar, não tem me afetado tanto.
Tenho saudades de meus irmãos e ando pensando muito nos meus pais que passaram esse tempo todo me apoiando.
Queria muito mostrar pra eles que não foi em vão.
Ontem tive uma conversa muito legal com o Filipe, tomando uma cerveja depois da prova do PROURB. Ao falar de perspectivas e das relações promíscuas de trabalho daqui do Brasil, lembrei do Thales que a todo tempo se preocupa comigo e lembra que apesar da paixão, eu teria que me preocupar com dinheiro. É.... e não sei se esse caminho que estou escolhendo garantirá o pão de cada dia. Quem garante que um diploma de mestre assegura um emprego depois? Aiii... o sonho da estabilidade!
Vontade de tomar um banho de mar. Mas só depois que passar tudo.
quinta-feira, outubro 11, 2007
Fechada pra balanço
Aos que reclamam que estou sumida, aviso: vai piorar :P
quinta-feira, outubro 04, 2007
Rotina dos últimos 10 dias
terça-feira, setembro 25, 2007
USP
quarta-feira, setembro 19, 2007
Legiao pra relembrar
Sereníssima
Sou um animal sentimental
Me apego facilmente ao que desperta meu desejo
Tente me obrigar a fazer o que não quero
E você vai logo ver o que acontece.
Acho que entendo o que você quis me dizer
Mas existem outras coisas.
Consegui meu equilíbrio cortejando a insanidade,
Tudo está perdido mas existem possibilidades.
Tínhamos a idéia, você mudou os planos
Tínhamos um plano, você mudou de idéia
Já passou, já passou - quem sabe outro dia.
Antes eu sonhava, agora já não durmo
Quando foi que competimos pela primeira vez?
O que ninguém percebe é o que todo mundo sabe
Não entendo terrorismo, falávamos de amizade.
Não estou mais interessado no que sinto
Não acredito em nada além do que duvido
Você espera respostas que eu não tenho
Não vou brigar por causa disso
Até penso duas vezes se você quiser ficar.
Minha laranjeira verde, por que está tão prateada?
Foi da lua dessa noite, do sereno da madrugada
Tenho um sorriso bobo, parecido com soluço
Enquanto o caos segue em frente
Com toda a calma do mundo.
Construido conforme o projeto
terça-feira, setembro 18, 2007
É... cada dia mais corrupção.
Um pouco de poesia
quinta-feira, setembro 13, 2007
O futuro...
Ai como eu queria que desse certo. (USP, PROURB, IPPUR... aff... muita coisa...)
Sorte à minha amiga Joisa que está enfrentando uma barra no divisor de águas da vida dela. Tomara que ela vá fazer doutorado e me acompanhe nessa mudança.
Alguém pode fazer uma oração pra mim?
sábado, setembro 08, 2007
Melancolia
sexta-feira, agosto 31, 2007
terça-feira, agosto 28, 2007
Campanha a Vale é nossa!
Vou ver como faço para dar meu voto, mas por favor, quem puder, se manifeste. A gente tem o direito de dar nossa opinião! (próxima semana estarei apresentando trabalho no Seminário APPs Urbanas em São Paulo, mas tentarei localizar uma urna por lá!)
Mais infomarções sobre a "Campanha a Vale é nossa!" clique aqui (é um vídeozinh no You Tube que explica a situação.)
Mais informações relacionadas:
Campanha da Vale se espalha pelo Brasil
A Vale é Nossa
Participe!
Israel, me aguarde por aí!
segunda-feira, agosto 27, 2007
Quem vai entender?
Tava hoje pensando sobre carinhas estranhos que me apareceram nos últimos meses e as inúmeras vezes que escutei a frase “Quem é que entende os homens?” este final de semana. É... acho que os tempos estão mudando mesmo. A resposta que vem à minha mente é sempre a mesma: “Desisti de entender! Foda-se.”. Como sabem, eu estou
Daí me veio uma música que acho que se encaixou com as angústias de várias amigas que ainda não conseguiram incorporar isso e continuam gastando energia com esses marmanjos que estão completamente perdidos.
Cara Estranho
(Los Hermanos)
Olha só, que cara estranho que chegou
Parece não achar lugar
No corpo
Tropeça a cada quarteirão
Não mede a força que já tem
Exibe à frente o coração
Que não divide com ninguém
Tem tudo sempre às suas mãos
Mas leva a cruz um pouco além
Talhando feito um artesão
A imagem de um rapaz de bem
Olha ali quem tá pedindo aprovação
Não sabe nem pra onde ir
Se alguém não aponta a direção
Periga nunca se encontrar
Será que ele vai perceber
Que foge sempre do lugar
Deixando o ódio se esconder
Talvez se nunca mais tentar
Viver o cara da TV
Que vence a briga sem suar
E ganha aplausos sem querer
Faz parte desse jogo
Dizer ao mundo todo
Que só conhece o seu quinhão ruim
É simples desse jeito
Quando se encolhe o peito
E finge não haver competição
É a solução de quem não quer
Perder aquilo que já tem
E fecha a mão pro que há de vir

